Leveza também é liderança!
Você já conquistou respeito, estabilidade e reconhecimento.
Mas isso é o suficiente para você?
Ok. Pode ser o suficiente para você.
Mas eu te pergunto: a vida que você vive atualmente no seu trabalho, dá espaço para você socorrer o seu filho na escola? Permite que você saia tranquilamente para resolver uma questão no cartório? Que você vá ao médico cuidar de si, sem você ser “metralhada” com olhares de julgamento por estar interrompendo o horário de trabalho? “Atrapalhando” a produtividade da empresa?
Permite que você traga um profissional de confiança de fora – da empresa – para apresentar um projeto bacana de benefícios notáveis para as pessoas que ali atuam? Permite que você implemente um programa de bem-estar mental? Ou que você consiga demonstrar sua total capacidade e habilidade de lançar desafios referentes ao desenvolvimento das pessoas no âmbito individual e coletivo?
Se a resposta for “Não” para as perguntas – como eu creio que tenha sido – infelizmente você está em um lugar no qual é necessário que reveja os conceitos atuais de desenvolvimento de lideranças – prefiro chamar de pessoas em cargos de liderança. Cargos. Não necessariamente pessoas a tal nível.
Calma, explico: muitas vezes pessoas são colocadas em cargos que não conversam com as competências dela. E está tudo bem. Mesmo. Mas na realidade isso não vai funcionar. Porque ela vai desempenhar uma função com muito mais esforço do que deveria, com muito menos prazer e vontade do que poderia ser. Enquanto que, se colocamos uma pessoa que tem as competências comportamentais para aquele cargo, vai desenvolver com muito mais prazer, agilidade, qualidade.
Não é sobre dizer que tal pessoa precisa urgentemente sair do lugar no qual se encontra mas, sim, convidar a alta liderança, a quem direciona, observar os movimentos que acontecem na empresa – que pode ser sua ou de outra pessoa. Não importa o tempo de “casa” que a pessoa se encontra, o que importa é colocar a pessoa no lugar que ela desempenha melhor a função.
Sabe por quê? Porque ela vai se sentir realizada, potencializada, feliz. E gente feliz, vive melhor, acorda melhor, traz novas ideias e sugestões para o grupo.
O grupo, por sua vez, vai perceber as mudanças e vai se engajar.
O engajamento, vai trazer movimento para os olhos da liderança.
Um movimento muda tudo. E traz retorno; traz resultado.
É o suficiente para que as coisas aconteçam, para as mudanças que você tanto busca e luta arduamente para conseguir e, mesmo assim, com tanto esforço, não consegue.
Não é o esforço que movimenta. É a leveza. É a conversa, a abertura.
A abertura que você precisa com a liderança é o que vai fazer você chegar onde você quer.
Qual movimento você está disposto a soltar para conquistar o que você tanto quer (há tanto tempo)?


